quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Apresentações

Buenas Parceria!

Desta vez passei para comunicar algumas apresentações...

Na próxima segunda-feira (09/11), a banda Mall-Star(Pel) apresentar-se-há na Feira do Livro na cidade de Pelotas, horário eu informo depois (nem a banda sabe).

No segundo final de semana deste mês, a invernada adulta do CTG Tropeiros da Querência (AG) irá disputar a final da Força B no ENART, em Santa Cruz do Sul.

No último final de semana, o GDT "20 de Setembro"(AG) disputará o FEGAES(Festival Gaúcho Estadual Estudantil) em Cachoeira do Sul. Na sexta-feira anterior a este festival, o GDT fará uma apresentação na Feira do Livro, em Arroio Grande, com estréia de pilchas!

Vale a pena ver todas as apresentações, eu garanto(é claro que garanto, eu faço parte dos três grupos mencionados)...
Qualquer informação, sugestão, elogio, crítica ou xingamento(inclusive dirigido à minha querida mãe), mandar para rafael.apkf@hotmail.com!

Um quebra-costela do tamanho do Rio Grande pra todos...
...e beijos pras gurias!
Que Deus nos acompanhe e nos abençoe!

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Viagem para o ENART

É só pra avisar que sairão dois ônibus da cidade de Arroio Grande para o maior festival da América Latina, o ENART, que realizar-se-há na cidade de Santa Cruz do Sul - RS nos dias 13, 14 e 15 do mês corrente.

A excursão fica ao preço de R$50 para sócios do CTG Tropeiros da Querência que estiverem em dia com a mensalidade e R$70 para não-sócios, e mais R$20 para quem quiser fazer as refeições com o pessoal(almoço e janta no sábado, almoço no domingo e café da manhã e da tarde nos dois dias). Os interessados, favor ligarem para o Bruno no número 84155390.


Um quebra-costela do tamanho do Rio Grande pra todos...
...e beijos pras gurias!
Que Deus nos acompanhe e nos abençoe!

Até 2012

 Buenas Parceria!

Desta vez irei postar um texto de Fabrício Carpinejar, publicado na sua coluna na Zero Hora do dia 22/10/2009:


Até 2012  
(Fabrício Carpinejar)

Eu estaciono no mesmo lugar. Na Rua Tobias da Silva, para almoçar no Suzanne Marie.

É quase automático. Tomo a vaga menos trabalhosa, de preferência perto de uma garagem, para não manobrar. E nem vem com essa de que homem tem que fazer baliza para mostrar sua habilidade. Baliza serve para treino de futebol e não há dia amistoso em minha vida. Acertei uma vez na autoescola e não pretendo arranhar meu feito.

Sou ritualístico. Um pouco de improviso e me perco. Ao acender os faróis sem querer, não sei mais se fechei a casa direito, desliguei a cafeteira, recolhi as roupas, apaguei o gás. Um esquecimento acorda todos os possíveis extravios. Reabro casos arquivados da minha motricidade. Eu penso no que fiz e me dá medo de ter esquecido alguma coisa. Porque fazer é esquecer. Algo fora do programa e confio que errei todos os passos anteriores. Neurose? Sim, uma neurose habilidosa, graduada.

Entre os atos habituais, deixo um troco para o guardador da rua na saída. Quando estou otimista (o que significa que não acendi os faróis), ofereço R$ 2. No azedume, busco uma moeda de R$ 1 e não puxo conversa.

O flanelinha me trata sempre da mesma forma, com bom-dia e bom trabalho.

Retribuo o bom-dia.

Dependendo da paciência, comento sobre futebol, apesar de não descobrir para qual time ele torce, o que prejudica a passionalidade dos comentários.

Mas naquela manhã retirei uma nota de R$ 2 da carteira, no impulso. Entreguei já com o pé na embreagem.

Ele insistiu para que abrisse o vidro.

“Será que está pedindo correção salarial?”, pensei. “Só o que falta é reclamar”, atropelei o primeiro pensamento.

Deu dois toques na janela e falou:

– Obrigado, meu irmão, Deus te abençoe e ilumine seu caminho, Deus possa retribuir a ajuda, minha família agradece, tenho dois filhos para criar, precisava mesmo comprar remédio e...

Não parava sua lamúria contente. Não sei o que é pior: o agradecimento ou a reclamação. Óbvio que é o elogio. Da segunda, a gente tem como se defender.

De cabelos cacheados e perflex na mão, o rapaz entrou em surto. Tive que acenar em movimento antes do fim de seu discurso.

Suspirei, aliviado, ele realmente compreendia o significado do dinheiro, o quanto custava cada centavo. Voltei a acreditar na evolução da espécie.

Segui meu dia, fui a uma festa de aniversário de noite. Durante a despedida dos amigos, no caixa, não encontrava a nota de R$ 100, somente a maldita de R$ 2. Escuro, embaçado pelo cigarro e bebida, cheguei a grudar a cédula em meus olhos como lente de contato para verificar se o azul de uma era o azul da outra. Não era e reprisei novamente o filme das últimas 12 horas e descobri que alcancei a grana para o guardador de carro, o que explicava sua euforia mística.

Eu estaciono no mesmo lugar e não pago mais o flanelinha. Ele tentou se aproximar nesta semana. Arriscou uma súplica, tímida, abafada.

– Hoje não tem nada?

Respondi que não, nem hoje nem amanhã, a rua era minha até 2012.


Um quebra-costela do tamanho do Rio Grande pra todos...
...e beijos pras gurias!
Que Deus nos acompanhe e nos abençoe!

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Blog do Cardozo

Buenas parceria
Criei este blog com a intenção de compartilhar um pouco sobre mim e também para divulgar alguns eventos, no âmbito tradicionalista, musical e religioso.
Postarei também piadas periodicamente, além das principais notícias da região sul e do meu Tricolor, textos de escritores famosos e afins.
Qualquer sugestão, mandar um e-mail para rafael.apkf@hotmail.com
Um quebra-costela do tamanho do Rio Grande pra todos...
...e beijos pras gurias! 
Que Deus nos acompanhe e nos abençoe!